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Escola Secundária José Saramago - Mafra

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

OBJETIVO MORDZINSKI - UMA VIAGEM AO CORAÇÃO DA LITERATURA IBERO-AMERICANA





«A exposição fotográfica "Objetivo Mordzinski - Uma viagem ao coração da literatura ibero-americana", do argentino Daniel Mordzinski, vai estar patente entre 4 de outubro e 29 de dezembro na Casa da América Latina, marcando os 39 anos de carreira deste artista que se dedicou ao retrato de escritores.

A exposição conta com centenas de retratos de escritores, 70 dos quais portugueses. Entre os escritores portugueses retratados, contam-se nomes como António Lobo Antunes, Agustina Bessa-Luís, Eduardo Lourenço ou José Saramago. Vários rostos da literatura latino-americana, desde Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa, até aos atuais escritores emergentes na região, estão também representados numa mostra assente na relação que a fotografia mantém com a literatura.

"Objetivo Mordzinski é um olhar sobre o futuro, bem como um objetivo que reivindica e reclama a memória - a dos escritores que retrato, a dos seus livros e a minha também. Outro objetivo é incitar e promover a leitura: sempre fui da opinião que nos livros se escondem os verdadeiros segredos da vida, que não são nem o dinheiro, nem o poder, nem a fama. Comecei a retratar os autores que admiro aos dezoito anos e o meu objetivo é continuar, para poder compartilhar com os outros essas certezas de adolescente", comenta o artista.»

A imagem, o texto e outras informações encontram-se no sítio da Casa da América Latina.



quinta-feira, 24 de março de 2016

BIBLIOTECA DE ARTE DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN


Igreja do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Painel de azulejo de figura avulsa.
Fotógrafo: João Miguel dos Santos Simões (1907-1972).




segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ESCOLA



Fotografias do Professor Martinho Rangel

terça-feira, 10 de novembro de 2015

TIRÉE PAR... A RAINHA DONA AMÉLIA E A FOTOGRAFIA


Imagem e todas as informações aqui.


Para ver no Palácio Nacional da Ajuda até ao dia 20 de janeiro de 2016.



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

LANZAROTE - A JANELA DE SARAMAGO


Lanzarote, a Janela de Saramago, de João Francisco Vilhena.
Imagem daqui.



A exposição de fotografia "Lanzarote - A Janela de Saramago", de João Francisco Vilhena, será inaugurada no dia 8 de novembro de 2014 e estará patente até ao dia 3 de janeiro de 2015, na Cooperativa de Comunicação e Cultura - Salas Câmara Escura e Câmara Clara, em Torres Vedras.

Todas as informações poderão ser consultadas no sítio da 

 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A IMPOSSIBILIDADE POÉTICA DE CONTER O INFINITO - Edgar Martins

Edifício de abastecimento de propergóis de lançadores e cápsulas espaciais, Porto Espacial Europeu, CSG (Kourou, Guiana Francesa).
Imagem daqui.

Exposição de fotografia patente na Galeria de Exposições Temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian, de 27 de junho a 7 de setembro de 2014.



segunda-feira, 12 de maio de 2014

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "MULHER ANGOLANA"

Imagem e informações detalhadas aqui.

Exposição de Fotografia patente no Instituto Camões, IP até ao dia 24 de maio.



terça-feira, 17 de setembro de 2013

CAIS

Fotografia do Professor Martinho Rangel

Ténue é o cais
no Inverno frio.
Ténue é o voo
do pássaro cinzento.
Ténue é o sono
que adormece o navio.
No vago cais
do balouço da bruma
ténue é a estrela
que um peixe morde.
Ténue é o porto
nos olhos do casario.
Mas o que em fora nos dilui
faz-nos exactos por dentro.

Fernando Namora 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (VIII)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara
TALVEZ

É só uma hipótese
a trave mestra da convicção
Mas seja como for é uma dor
merecida até ao ponto
de quem a merece
Um cor ou ave
voando num quadro
maluco assim
como um lamento
lento
Ou qualquer outro vago
numa enorme vaga
a vencer

terça-feira, 4 de junho de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (VII)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara

COMBOIO

Partir assim já de verso
como comboio lançado
fora da metáfora
dos carris
Chegar sabe-se lá agora
a estação e devorar de novo
a linha delimitando férrea o horizonte
onde mora o descanso
prometido
Partir de novo coração
noutro verso perdido
onde resta calma
a razão
a viagem

sexta-feira, 31 de maio de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (VI)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara

FUTURO

Atrás deixo sentidos
Agora trago lembranças
e esquecimento e os ditos
ainda
À frente segue o nada
e sua multidão de sonhos
gente atarantada
Mas nesse malfadado golpe
de uma só e inesperada pétala
no malmequer da sorte
há sempre uma certeza
O nervo lá de muito atrás
vibra nos desconchavos do presente
e soa nas cordas do nada lá à frente

quarta-feira, 22 de maio de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (V)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara

ESQUECE

Há dias assim
onde tudo corre
quase certo
Ganham uns e os outros
fiam longe nas estatísticas
campos abandonados
em mundo sem
cambiantes
de alguém
sozinho

sexta-feira, 17 de maio de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (IV)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara

SOZINHO

Sentado na cadeira de sempre
ouço música, sozinho
Lá onde não sei está toda a gente
a conversar no repente
dos dias e seu lento
crespúsculo
Por cá me fico, agarrado à folha
e seu nada
Agito a espada do silêncio
e num grito sem jeito
me sublevo imune
às contrariedades da cadeira
Não fico é desta maneira
sentado

quarta-feira, 15 de maio de 2013

POESIA DE ADRIANO ALCÂNTARA (III)

Fotografia do Professor Adriano Alcântara

RETÓRICA

Não sinto sonhos
em lugar nenhum
Dormito neles
livre
quando acordo
e te vejo na menina
do mundo todo
Aí somos
aqui estamos
a salvo
Sabe-se lá do quê
De um dia assim
danado
sem mercê?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

RELANCE


Fotografia do Professor Martinho Rangel

Altas serras felizes
Que o sol doira de luz logo à nascença.
Que o céu olha de cima
Com a ternura extensa
Da eternidade.
Que o vento anima
De movimento
E a neve cobre de um alvacento
Manto de augusta serenidade.

Miguel Torga (1976)

TORGA, Miguel - Relance. In Diário. (Volumes IX a XII). Rio de Mouro: Círculo de Leitores. 2001. ISBN 972-42-2548-8. Diário IX, p. 1213.

Esta obra está disponível para requisição na BE da ESJS.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

FLOR QUE NÃO DURA

Fotografia do Professor Martinho Rangel


Flor que não dura
Mais do que a sombra dum momento

Tua frescura
Persiste no meu pensamento.

Não te perdi
No que sou eu,
Só nunca mais, ó flor, te vi
Onde não sou senão a terra e o céu.
Fernando Pessoa (1924)