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Escola Secundária José Saramago - Mafra

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

TEORIA DAS TRÊS IDADES


A imagem e todas as informações encontram-se aqui.



Uma criação de Sara Barros Leitão, para ver na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, de 25 a 27 de janeiro de 2019.



segunda-feira, 5 de março de 2018

ADAPTAÇÃO TEATRAL DE "O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS", NO FUNCHAL


A imagem e todas as informações encontram-se aqui.



Dias 9, 10 e 11 de março de 2018, no Teatro Municipal Baltazar Dias, no Funchal.



terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS, DE JOSÉ SARAMAGO

Imagem e todas as informações aqui.



O espetáculo "O Ano da Morte de Ricardo Reis" tem lugar no Palácio Nacional de Mafra.




sexta-feira, 5 de maio de 2017

A DIVINA COMÉDIA - INFERNO


A imagem e todas as informações encontram-se aqui.



No Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, de 11 de maio a 4 de junho.



quinta-feira, 14 de abril de 2016

O IMPROMPTU DE VERSALHES



Imagem e informações detalhadas aqui.


Peça de Molière, em cena no Teatro Nacional D. Maria II até ao dia 30 de abril de 2016.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

HAMLET, de William Shakespeare


Imagem e informações no sítio do Teatro da Cornucópia.


Co-Produção Teatro da Cornucópia e Companhia de Teatro de Almada
Tradução de Sophia de Mello Breyner Andresen
Até 18 de outubro de 2015



quarta-feira, 22 de abril de 2015

CICLO PORTUGAL - GALICIA: CENÁRIOS PARA UM ENCONTRO


Imagem e mais informações aqui.


No Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II, com entrada livre, nos dias 5, 12, 19 e 26 de maio de 2015, pelas 19h00.



terça-feira, 25 de março de 2014

DIA MUNDIAL DO TEATRO 2014

A Porta ©Filipe Ferreira
Imagem daqui.

No Dia Mundial do Teatro, 27 de março, é disponibilizado um conjunto de atividades relacionadas com esta arte.
Veja aqui.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

MENINO DE SUA AVÓ

Imagem daqui.



Fernando Pessoa e Dionísia, a sua avó, interpretados por Adérito Lopes e Maria do Céu Guerra, a partir de um texto de Armando Nascimento Rosa, estão em cena no Teatro A Barraca, em Lisboa, de 5ª a domingo.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

TEATRO PORTUGUÊS


Fotografia de Pedro Macedo-Framed Photos, daqui.


"O teatro português vem da origem da nacionalidade; a sua autonomia social, cultural e linguística está devidamente documentada a partir de 1193, quando D. Sancho II concede aos jograis, Bonamis e Acompaniado, um casal em Canelas de Poiares do Douro e recebe dos beneficiados pela dádiva real «um arremedilho para efeito de compensação»: trata-se aqui da fonte mais antiga da História do Teatro Português e também do primeiro documento consagrado do que hoje chamaríamos direitos autorais, devidamente retribuídos e compensados...
A partir do século XII, são numerosos os documentos que atestam uma atividade de produção de espetáculos, na corte, nas Igrejas ou nas praças públicas - e esses espetáculos, como qualquer espetáculo teatral, pressupõe um texto, consagrado ou perdido, escrito ou improvisado, mas sempre, isso sim, um texto que sirva de suporte à apresentação perante um público.
E nem de outra forma se compreenderia que, a partir, concretamente, de 1502, Gil Vicente surja «em cena» com a profusão da sua obra, a genialidade dos textos e precisamente, ainda, o sentido de espetáculo, num conjunto notável de géneros e numa clara transição da tradição do teatro medieval para a intuição de novas expressões do teatro do Renascimento (...)"

Duarte Ivo Cruz


"O Teatro Nacional D. Maria II abriu as suas portas no longínquo ano de 1846 com a apresentação do drama histórico Álvaro Gonçalves, o Magriço e os Doze de Inglaterra, de Jacinto Heliodoro de Faria Aguiar de Loureiro.
Passados 168 anos, Portugal mudou, mudou muito e somos hoje uma comunidade muito diferente daquela que deu início à aventura deste teatro. (...)
Se é certo que os teatros nacionais foram criados como representantes simbólicos da identidade nacional, de um passado ilustre e de uma promessa de futuro glorioso, pensamos hoje o Teatro Nacional D. Maria II como uma instituição de coesão da comunidade de artistas e de públicos que constituem a sociedade e a cena cultural portuguesas.
Simbolicamente ao centro, no Rossio da cidade capital, acreditamos, porque sabemos o que o tempo ensina, que os clássicos ajudam a ler o mundo e a nossa realidade, as contradições do nosso tempo na voragem das mudanças sempre anunciadas. Mas essa centralidade, mais do que simbólica, conquista-se na justa capacidade de convocar os outros (...) para ocuparem esse mesmo centro, com condições de produção, de visibilidade e de acesso reforçadas. Um Teatro Nacional cultiva, com tempo, estação a estação, uma paisagem humana e constrói redes de colaboração e de trabalho, raízes invisíveis mas solidárias, com múltiplos agentes culturais e educativos, e com os seus públicos.
A dimensão de um Teatro Nacional é a dimensão da sua comunidade."

Carlos Vargas - Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II

Agenda 2014, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2013.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

A JANGADA DE PEDRA CHEGA AO PALCO

Imagem e informações aqui.
 
 
O Teatro O Bando leva à cena A Jangada de Pedra, de José Saramago, de 11 a 26 de outubro, no
Teatro São Luiz, em Lisboa.
 
 
 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

VIRIATO REY

Viriato Rey fotografado por Ricardo Velez
Imagem daqui.
 

“1ª PARTE
(As montanhas, rios e vastos campos da Lusitânia serão o principal quadro envolvente dos passos das personagens.)
(...)
 
IV CENA
(Tenda de comando de Viriato. Viriato, Astolpas, Táutalo, soldados, guardas.
Táutalo conduz Astolpas e dois dos homens da sua escolta à presença de Viriato.
Astolpas é um homem de meia-idade. Porte altivo, dominador.
Saúdam-se com relativa frieza, considerando que são sogro e genro.)

TÁUTALO
(Bem-disposto, acompanhado de Astolpas.)
O teu sogro cavalgou três dias para te encontrar. Deve ter notícias frescas e por certo apetitosas!
(Táutalo sai. A um sinal de Viriato saem dois guardas. Viriato e Astolpas ficam frente a frente.)
ASTOLPAS
Necessito de falar contigo, antes de visitar a minha filha.
As nossas relações não têm sido serenas, como as desejo.
VIRIATO
Dispomos da mais sábia das convivências! Viriato manda na sua vida. Astolpas na sua.
ASTOLPAS
Mas chegou a altura de falarmos, se, como o meu, também é teu o desejo de melhor nos entendermos. (Pausa.) Os exércitos romanos, comandados pelo cônsul Máximo Cipião, destruíram Cartago. Na sua fúria de vingança não deixaram pedra sobre pedra!
VIRIATO
(Sereno.)
É uma triste notícia, que também a mim já chegou.
ASTOLPAS
O Senado romano estará agora em melhor posição para fazer deslocar para a Hispânia forças poderosas.
VIRIATO
Os perigos, que se aproximam, não nos consentem a fuga.
ASTOLPAS
Também eu não estou a virar as costas ao perigo!
VIRIATO
Tu és rico, Astolpas. E já foram ricos o teu pai, o teu avô. Tu és rico antes de ser lusitano!
ASTOLPAS
(Duro. Altivo.)
Não deixes a tua ira maltratar-me! Casaste com a minha filha única. Não é só por seres o meu genro que te respeito. Nas horas de grandes convulsões, ser rico nem é recomendável! As fortunas costumam ser o prato preferido pelos grandes abutres que sobrevoam as guerras. Os chefes romanos facilmente encontram motivos para acusar os ricos de graves traições.
(Pequena pausa, difícil, entre os dois homens.)
VIRIATO
Não cavalgaste três dias e três noites para me vires falar do teu ódio por Roma…
ASTOLPAS
Fazer comércio com Roma não é estar com Roma!
VIRIATO
Os Romanos estão na Espanha para a dominar, e não como mercadores para comerciar. Quer queiras, quer não queiras, terás agora de tomar um partido. Os Romanos não deixarão de se lembrar que eu sou o marido da tua filha. E com o devido respeito, recordas-me aquele homem que tinha duas mulheres, uma nova e uma velha. A velha tirava-lhe os cabelos pretos. A nova, os brancos. E com as duas a tirarem-lhe o cabelo, o homem depressa ficou completamente calvo. Deves ficar-te pela velha, ou pela nova. Este conselho é mais um bom serviço que te presto.
(Pequena pausa incómoda.)
Já deves saber Astolpas… As nossas hostes vão marchar ao encontro de Serviliano.”
João Osório de Castro, Viriato Rey, com ilustração de José Manuel Castanheira, 3ª edição destinada ao Ministério da Educação de Portugal e Ministerio de Educación y Ciencia de Espanha, 2006, pp 25 e 43-47.

Excerto da Apresentação:
“Esta obra de João Osório de Castro, baseada na história mítica de Viriato, herói da Lusitânia, foi estreada no dia 10 de Agosto de 2006 no Teatro Romano de Mérida (integrada na programação do Festival Internacional de Teatro Clássico de Mérida), com dramaturgia de João Mota, apoio dramatúrgico de Miguel  Murillo e cenografia de José Manuel Castanheira, produção do Festival, com a colaboração de Al Suroeste produciones/ Javier Leone.”
 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

HAMLET

Ato III, cena 2
Foto retirada daqui.


"Os nossos projectos são escravos da memória: violentos quando nascem, mas de pouca valia. Aquilo que, tal como um fruto verde, agora está preso à árvore, cai sozinho quando está maduro. É absolutamente inevitável esquecermo-nos de pagar as dívidas que temos para com nós próprios. Aquilo que nos propomos no calor da paixão perde a razão de ser quando a paixão acalma. A própria violência da dor ou do prazer destrói juntamente com eles os seus actos. Onde mais viva é a alegria, mais cruel é a dor; ao mais leve acidente, a alegria entristece e a tristeza alegra-se. Nada é eterno neste mundo, e, assim, não é de estranhar que até o nosso amor mude com a nossa fortuna, porque está ainda por saber se é o amor que guia a fortuna ou a fortuna o amor. Cai o poderoso, e vereis fugirem dele os amigos; enriquece o pobre, e os seus inimigos tornam-se em amigos. E o amor é de tal maneira escravo da fortuna, que, ao que não precisa, nunca lhe faltará um amigo, enquanto outro, que na desgraça põe à prova um falso amigo, transforma-o imediatamente em inimigo. E agora, para terminar por onde comecei, as nossas vontades e os nossos destinos seguem por caminhos tão opostos que deitam sempre por terra os nossos planos. Somos donos dos nossos pensamentos; todavia, a sua realização não depende de nós".

Fala do Ator Rei, Ato III, cena 2

William Shakespeare, Hamlet, publicação sob a direção de Fernando de Mello Moser, tradução de Ricardo Alberty e Sebastião Maldonado Centeno, Verbo, Lisboa e São Paulo, 1975.


sexta-feira, 4 de março de 2011

TEATRO


Consulte o folheto informativo disponível na Biblioteca Escolar.