Livros disponíveis nas estantes das Novidades.
quinta-feira, 29 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
XADREZ NA BIBLIOTECA (2)
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| Fotografias do Professor Martinho Rangel |
No dia 21 de Março, entre as 8h30 e as 13h30, no átrio da Biblioteca, realizou-se o Torneio de Xadrez da ESJS. Participaram neste primeiro torneio de xadrez dezasseis alunos (quinze rapazes e uma rapariga).
A actividade pautou-se pelo entusiasmo e empenho dos alunos e dos organizadores.
No final, foram entregues certificados de participação a todos os jogadores, uma lembrança à participante feminina e prémios aos três primeiros classificados: 1.º Reydleon Paulo, 11.ºC, e Tiago Silva, 12.ºD; 2.º Pedro Amorim, 11.ºI; 3.º Bruno Pereira, 11.ºI.
sexta-feira, 23 de março de 2012
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA (11)
quinta-feira, 22 de março de 2012
DIA MUNDIAL DA POESIA (III)
quarta-feira, 21 de março de 2012
DIA MUNDIAL DA POESIA (II)
A LÍNGUA PORTUGUESA
Imagem daqui.
Esta língua que eu amo
Com seu bárbaro lanhoSeu mel
Seu helénico sal
E azeitona
Esta limpidez
Que se nimba
De surda
Quanta vez
Esta maravilha
Assassinadíssima
Por quase todos que a falam
Este requebro
Esta ânfora
Cantante
Esta máscula espada
Graciosíssima
Capaz de brandir os caminhos todos
De todos os ares
De todas as danças
Esta voz
Esta língua
Soberba
Capaz de todas as cores
Todos os riscos
De expressão
(E ganha sempre a partida)
Esta língua portuguesa
Capaz de tudo
Como uma mulher realmente
Apaixonada
Esta língua
É minha Índia constante
Minha núpcia ininterrupta
Meu amor para sempre
Minha libertinagem
Minha eterna
Virgindade
Alberto de Lacerda
Poeta português
Ilha de Moçambique, 20 de setembro de 1928 - Londres, 26 de agosto de 2007
sexta-feira, 16 de março de 2012
MÁRIO CESARINY
Poema Mário Cesariny
School Project /ESAD/ Mar 2009
PastelariaAfinal o que importa não é a literatura
nem a crítica de arte nem a câmara escura
Afinal o que importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio
Afinal o que importa não é ser novo e galante
- ele há tantas maneiras de compor uma estante!
Afinal o que importa é não ter medo: fechar os olhos frente ao precipício
e cair verticalmente no vício
Não é verdade rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola
Que afinal o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim ainda há muita gente que come
Que afinal o que importa é não ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo!
Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria e, lá fora - ah, lá fora! - rir de tudo
No riso admirável de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra.
in Nobilíssima Visão, 1991
XADREZ NA BIBLIOTECA (1)
quinta-feira, 15 de março de 2012
ARTE NA BIBLIOTECA (9)
Tema: Corpo Humano
Trabalhos realizados pelos alunos do 11.º H, sob a orientação do Prof. Bruno Côrte Fernandes, no âmbito da disciplina de Desenho A.
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
CICLO GRANDES ESCRITORES
Rachel de Queiroz
Foto daqui.
Inserida na iniciativa Ciclo Grandes Escritores, a Casa da América Latina, em colaboração com o Instituto de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa) e do Centro de Estudos Comparatistas (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), apresenta uma sessão sobre Rachel de Queiroz (Prémio Camões 1993), no dia 15 de março de 2012.
No dia 29 de março é a vez de Juan Carlos Onetti (Prémio Cervantes 1980) e no dia 12 de abril terá lugar uma sessão sobre Jorge Amado (Prémio Camões 1994).
Quintas-feiras, 18h30
Livraria Bulhosa de Entrecampos, Lisboa
segunda-feira, 12 de março de 2012
DIA MUNDIAL DA POESIA NO CCB
Em parceria com o Plano Nacional de Leitura (Ministério da Educação e Ciência e Secretaria de Estado da Cultura), o Centro Cultural de Belém comemora no dia 24 de março, sábado, o Dia Mundial da Poesia, com várias iniciativas. De entre elas, destacam-se as seguintes:
Feira do Livro de Poesia
Diga lá um Poema
Maratona de Leitura (dedicada a Jorge de Sena)
Manuscritos (exposição)
Concurso de Poesia
Poesia Latino Americana (em colaboração com a Casa da América Latina)
Para mais informações: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/Diamundialdapoesia2012.aspx
Para mais informações: http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Literatura/Pages/Diamundialdapoesia2012.aspx
Boas leituras!
quinta-feira, 8 de março de 2012
DONA ISABEL DE PORTUGAL NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Dona Isabel (1503-1539), filha de D. Manuel I de Portugal e futura mãe de Filipe II de Castela e Aragão e I de Portugal, casou em 1526 com o Imperador Carlos V, seu primo. Com este casamento pretendia alcançar-se a união de Castela e Portugal, propósito que seria cumprido por Isabel de forma determinada e determinante.
Quando morreu Dona Isabel, foi Francisco de Bórgia, Duque de Gândia, que conduziu o cadáver de Toledo a Granada, numa viagem que se prolongou por alguns dias. Quando o Duque abriu o féretro para identificar o corpo da Imperatriz, senhora a quem votava um especial afeto, exclamou: "Jamais tornarei a servir a senhores que possam morrer". Transtornado, renunciou aos prazeres mundanos e ingressou anos mais tarde na Companhia de Jesus.
Passados quatro séculos, Sophia de Mello Breyner Andresen recuperou este episódio, revestindo-o de uma roupagem poética.
Meditação do Duque de Gândia sobre a morte de Isabel de Portugal
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser,
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência,
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.








































