quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O MEU NOME É VERMELHO, de ORHAN PAMUK


Istambul. Inverno de 1591. Ateliers de pintura e caligrafia. Iluminuras. Modernidade versus tradição. Ocidente versus Oriente. Renascimento italiano e florescimento do retrato versus concepção da Arte enquanto ideia que o Criador tem, terá, do real. Humano versus divino. Expressão do talento do artista versus procura incessante do olhar de Deus. Lucidez versus cegueira.

Narração a várias vozes, num cenário que se assemelha a uma investigação policial e que se espraia por muitas páginas...
 
 

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