Antigo blogue do projeto novasoportunidades@biblioteca.esjs

Antigo blogue do projeto novasoportunidades@biblioteca.esjs, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian
Escola Secundária José Saramago - Mafra

terça-feira, 14 de junho de 2011

SUGESTÃO DE LEITURA (14)


No início o leitor encontra-se em pleno século XVI, em Visegrad, cidade na fronteira entre a Sérvia e a Bósnia, Mehmed-Paxá, Grão -vizir, sonha ainda com o dia em que, criança, foi separado da sua família cristã, obrigado a atravessar para a outra margem do rio. É essa criança que agora, décadas depois, convertido à fé do Islão, dá a ordem de construção de uma ponte sobre o rio Drina.

Esta é a história épica dessa ponte, e também dos seus habitantes. A sua edificação exigiu anos de trabalho árduo, lágrimas e sangue, sacrifícios e vítimas. Ao longo dos séculos a ponte foi local de passagem, de encontros, de conversas, de conspirações; sofreu inundações, foi encerrada para impedir o alastrar da peste, assistiu a suicídios; sobre ela transitaram exércitos em fuga e desfilaram outros vitoriosos; nela foram executados espiões, viu o desmoronar de impérios, e o nascer de novas nações...

Romance histórico, grande épico europeu, A Ponte sobre o Drina pertence à categoria das obras incontornáveis da literatura mundial. 

(Texto da contracapa da obra)

Livro disponível na Biblioteca

segunda-feira, 13 de junho de 2011

RECORDANDO ALVES REDOL CEM ANOS APÓS O SEU NASCIMENTO (1911 - 2011)

Alves Redol
(29.12.1911 - 29.11.1969)

O escritor, natural de Vila Franca de Xira, foi uma figura central do neo-realismo português. Estreou-se em 1939 com o romance Gaibéus.

Saber mais em:
Fotografia: Professor Martinho Rangel
Cais palafítico

Os avieiros inspiraram Alves Redol.

O autor de Avieiros viveu na Palhota, pequena aldeia do Ribatejo, na década de 40 do século XX.

Aldeia 

(...) Um rio tem as suas glórias e os seus dramas, mas não se apaixona. O Tejo não pensa - age. Age ao sabor das circunstâncias. Age e constrói, age e destrói. Como o homem. Mas o homem pensa e conhece a dúvida.
E duvidou quando o Tejo foi depondo areias e terras junto do valado real da Lezíria Grande. Terras e areias que fizeram  uma praia sem dono. Ou que não devia ter dono. Mas todos os anos o Tejo depõe ou decompõe praias iguais que não chegam a criar história. Servem numa safra para recolher redes, quando muito.
Aquela praia, porém, ficou. E os avieiros sem casa, vagabundos do rio, começaram a erguer por ali as suas barracas. Pequenas, talvez para que as não vissem; ou tímidas por causa dos materiais e das agruras do tempo. As primeiras apareceram à ilharga do rio e voltadas para o Norte; as que vieram depois foram dispostas lá atrás numa segunda linha e a aldeia ficou com uma rua estreita, de areia suja e erva rala, e outra larga, de água, mais larga e longa do que qualquer avenida de uma grande cidade, porque é o próprio Tejo.
As palhotas são todas iguais. Quatro prumos metidos no chão e varas de madeira a segurar o telhado coberto pelo carroicil das abertas, que é a melhor palha nascida na vegetação da Lezíria. O material das paredes vem da mesma origem. Apodrece depressa, mas depressa se refaz. E como o vento do norte sopra rijo e traz frio, os pescadores põem na parede desse lado latas velhas e pedaços de madeira que acham nos valados ou as enxurradas trazem no Inverno. Não espanta que pareçam vergonhosas de ali estarem; e acaçapam-se. Entra-se nelas de cabeça baixa como na vida.
                             Alves Redol, Avieiros (1942)


Livro disponível na Biblioteca. Procure na Classe 8 (Língua. Linguística. Literatura).


PALESTRA COM O DOUTOR MANUEL GANDRA

No próximo dia 14 de Junho, às 19h30m, no Auditório da Escola, realizar-se-á uma palestra com o Doutor Manuel Gandra, destinada prioritariamente aos Adultos em Formação, no âmbito do projecto novasoportunidades@biblioteca.esjs.

Apoio integral da Fundação Calouste Gulbenkian.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

COISAS DE MULHERES



No âmbito da Área de Projecto, as alunas Maria Cardoso, Raquel Antunes, Tamára Santos e Vânia Lopes, do 12.ºC, dinamizaram uma palestra sobre cancro da mama e cancro do colo do útero, no auditório da escola, que contou com a presença de uma profissional de saúde, enfermeira Ana Mafalda Jacinto. 
Reuniram toda a informação num livro que ofereceram à Biblioteca.

Parabéns pelo vosso trabalho!




terça-feira, 7 de junho de 2011

LEITORES DO ANO

Com base nos registos de leitura domiciliária, a Biblioteca elegeu os leitores do ano :

1.º Natália Santos, 10.º D

2.º Olivia Rapata, 12.º I 

3.º Rita Costa, 12.º H

Parabéns!

Como prémio, as alunas vencedoras recebem livros oferecidos pela PORTO EDITORA.

Durante o mês de Julho, a Biblioteca divulgará os leitores do ano - Adultos em Formação/Certificação de Competências.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

TUDO O QUE UM ADOLESCENTE PRECISA DE SABER!


Na Biblioteca Escolar, assistimos à apresentação de Tudo o que um Adolescente Precisa de Saber!, pelo grupo TAPS, do 12.ºB.

O livro encontra-se exposto na estante das Novidades.

Este livro foi elaborado a pensar em ti, um jovem estudante. Com esta obra vais ficar informado sobre várias temáticas como a saúde, o ensino, viagens que podes organizar e encontrarás ainda muitas dicas que te serão bastante úteis. De jovem para jovem deixamos-te este livro que foi destinado às tuas mãos e preparado para as tuas necessidades.

TAPS, Tudo Aqui!

Grupo TAPS
Bruno Alexandre
Caetana Katzenstein
Luís Silva
Mafalda Santos

sexta-feira, 3 de junho de 2011

NOVIDADE NA BE

Esquecimento: o "Buraco Negro" da Galáxia Humana,  José Saramago

Oferta do professor José Luís Santos à Biblioteca da Escola.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

SUGESTÃO DE LEITURA (13)


Aos trinta anos, Elizabeth Gilbert tinha um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso - tudo aquilo que uma mulher pode desejar. Ou talvez não ...
Decide deixar tudo para trás e, depois de uma arrasadora crise existencial e de um divórcio difícil, parte à aventura. 
Dividida entre o desejo de prazeres mundanos e a aspiração a uma transcendência divina, experimenta as delícias da dolce vita em Itália e o rigor ascético na Índia. Na Indonésia, procura o equilíbrio e encontra o amor. O relato desses doze meses de viagem constitui um mosaico de emoções e experiências vividas e histórias apaixonantes.
(Texto da contracapa da obra) 

Título disponível na Biblioteca.