Antigo blogue do projeto novasoportunidades@biblioteca.esjs

Antigo blogue do projeto novasoportunidades@biblioteca.esjs, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian
Escola Secundária José Saramago - Mafra

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

DOIS SONHOS, UM TESOURO

Imagem daqui.
 
 
"(...) História que se encontra no Livro das Mil e Uma Noites. (...) O protagonista é um pobre homem de Alexandria, no Egipto, que sonha que tem de ir à cidade de Ispahan, na Pérsia, onde lhe será revelado o lugar de um tesouro. Acorda na manhã seguinte, recorda-se do sonho e empreende sem hesitação a longa e perigosa viagem. Tem de atravessar selvas, mares, desertos, cidades heréticas e cidades cristãs, mas acaba por chegar a Ispahan e deita-se para dormir no pátio da mesquita. Pouco depois, surgem bandoleiros e mais tarde soldados que prendem todos. O pobre egípcio tem de comparecer perante o juiz que lhe pergunta quem é, ao que o homem responde que é egípcio e explica porque abandonou a pátria. Ao ouvi-lo, o magistrado ri às gargalhadas, ordena que lhe apliquem chicotadas e acrescenta: «Sonhei muitas vezes com um jardim no Egipto onde há um relógio de sol e uma figueira e, debaixo desta, um tesouro, mas nunca acreditei nessas superstições.» O egípcio é chicoteado e regressa a Alexandria. Quando chega a casa, vê que há um jardim com um relógio de sol e uma figueira com um tesouro por baixo. Para o encontrar, porém, foi necessário que conversasse com o juiz que recebera a notícia, ou seja, foram necessários dois sonhos."
 
Entrevista a Jorge Luís Borges: María Esther Vasquez, Eu, Borges - Imagens, Memórias, Diálogos, Lisboa, Editorial Labirinto, 1986, p.114.
 
 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

VOS ESTIS LUX MUNDI


Antonio

 S. António foi verdadeiro Português, porque foi luz do mundo.


Para louvor pois do Santo Português, e para honra, e para doutrina dos portugueses, que o celebramos, reduzindo estes dois intentos a um só assunto, e fundando tudo nas palavras do Evangelho: Vos estis lux mundi: Será o argumento do meu discurso este: Que S. António foi luz do mundo, porque foi verdadeiro Português: e que foi verdadeiro Português, porque foi luz do mundo. Declaro-me. Bem pudera S. António ser luz do mundo, sendo de outra nação: mas uma vez que nasceu Português, não fora verdadeiro Português, se não fora luz do mundo; porque o ser luz do mundo nos outros homens, é só privilégio da graça: nos Portugueses é também obrigação da natureza.

Sermão de Santo António em Roma, [pregado no ano de 1670]

António Vieira, Índice das Cousas mais Notáveis, Lisboa, Babel, 2010, p.35.


 

ALFABETOS COM IMAGENS

A Biblioteca Nacional de França disponibiliza, em linha, uma coleção de livros antigos para ensinar o alfabeto através das imagens.
 
 




Imagens e consulta disponíveis em gallica.bnf.fr


 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

COMENIUS: ENCONTRO EM LLEIDA


No âmbito do Projeto Comenius "Érase una vez, il était une fois...", a ESJS participou no primeiro encontro que teve lugar em Lleida (Espanha), de 18 a 22 de novembro de 2013. 
Neste encontro, as escolas parceiras (Espanha, Portugal, França, Itália e Polónia) apresentaram as atividades desenvolvidas: logótipo identificador do projeto e um conto tradicional de cada país.
Os alunos participaram ainda no atelier "Hilando Cuentos", em atividades culturais - visitas guiadas às cidades de Lleida e Barcelona - e no concurso "Quién quiere ser millionario?". Os nossos alunos venceram o concurso, tendo respondido corretamente a todas as questões formuladas.
Frequentaram também as aulas das diferentes disciplinas, assistiram à representação de uma peça de teatro sobre um conto tradicional espanhol e redigiram as primeiras entradas no blogue e no twitter do projeto.
Os professores acompanharam e apoiaram os alunos nas diversas tarefas e realizaram sessões de trabalho: avaliação das atividades e planificação de atividades a desenvolver na próxima mobilidade. 
Todas as atividades podem ser consultadas em:

DA CONCISÃO XXVI

Imagem daqui.



"(Os livros) são as melhores provisões que encontrei para esta humana viagem. (III, III)"

Michel de Montaigne, Pequeno Vade Mecum, org. Claude Barousse, trad. Luís Leitão, Lisboa, Antígona, 2004, p.64.
 
 
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

DA MEMÓRIA I


Giulio Camillo, Teatro da Memória (início do séc. XVI)
Imagem daqui.
 
 

“It often happens that a man cannot recall at the moment, but can search for what he wants and find it. This occurs when a man initiates many impulses, until at last he initiates that which the object of his search will follow. For remembering really depends upon the potential existence of the stimulating cause… But he must seize hold of the starting-point. For this reason some use places (τοπων) for the purposes of recollecting. The reason for this is that men pass rapidly from one step to the next; for instance from milk to white, from white to air, from air to damp; after which one recollects autumn, supposing that one is trying to recollect that season.”
Aristóteles, De memoria et reminiscentia, 452ª 8-16, apud Frances A. Yates, The Art of Memory, London, Pimlico, 2012, p.48.

 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DA CONCISÃO XXV

Memorial ao Padre António Vieira, feito com azulejos da fábrica Cerâmica Viúva Lamego, na Calçada do Correio Velho, em Lisboa.
Legenda e imagem daqui.


 
"(...) Portugal é para os Portugueses mais uma mátria que uma pátria (uma oposição de palavras inventada pelo padre António Vieira)."

António José Saraiva, A Cultura em Portugal, Teoria e História, Livro 1, Introdução Geral à Cultura Portuguesa, Lisboa, Gradiva, 1996, p.106.
 
 
 
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

SALOIOS VI


François Gérard, Ossian na margem do Lora, invocando os deuses ao som de uma harpa
Imagem daqui.




Não faço eu tão fraca ideia de mim ou do leitor, que suponha assaz falta de interesse a minha narrativa ou o tenha a ele por um tal cabeça de vento, que admita se esquecesse da estrondosa gargalhada que desandou o padre prior ao manhoso saloio, quando este lhe propôs desse o dote a sua sobrinha Joana, à falta de outra mais digna. À descomunal risada é que o sono de Gabriel, se não quebrado inteiramente, ao menos já estalado pelo grito de Bartolomeu, não pôde resistir. O rapaz fez uma reviravolta, abriu os olhos, deu uma guinada ao corpo, ficou assentado, com as pernas estendidas e a cabeça inclinada sobre o peito, meditabundo por alguns momentos e imóvel, como um daqueles manigrepos de que reza Fernão Mendes Pinto. Depois, levando as mãos à cabeça, começou a coçar rápido de alto a baixo por cima das orelhas. Pouco durou, todavia, essa primeira fúria. Como o som da harpa de Ossian, alongando-se e esmorecendo por entre a nebrina das serras, aquele coçar de alma afrouxou e desvaneceu-se gradualmente; as mãos, confrangidas em forma de garra, espalmaram-se flexíveis, os braços, hirtos e erguidos, despenharam-se mortais ao longo do tronco, e a cabeça, sonolenta, balouçou à direita, depois à esquerda, depois pendeu de chofre para diante e resultou, quase ao bater sobre os joelhos, semelhante ao judeu martirizado pela Santa Inquisição, quando, ao descer pendurado da polé, a corda, atada mais curta que o espaço médio entre o chão e a roldana, o desconjuntava, retendo-o subitamente alguns palmos acima do pavimento. Assim se desconjuntou aquela máquina de sono, e Gabriel abriu seis vezes a boca, engradou-a com outras tantas cruzes, esfregou os olhos com a parte anterior do canhão da jaqueta, mirou por entre os sacos os dous velhos, embasbacou de ver ali o prior e, sem tugir nem mugir, pôs-se a escutar o diálogo que se travara entre ambos. (…)

                Segredo em boca de rapaz, outros dizem de mulher (eu, por decência e pelos meus princípios, sustento a moção relativa aos rapazes), é manteiga em nariz de cão. Ele, na verdade, contou-o com variantes para mais e para menos, mas contou-o, que é o caso.
Alexandre Herculano, “O Pároco de Aldeia”, in Obras Completas de Alexandre Herculano – O Pároco de Aldeia e O Galego, Vida, ditos e feitos de Lázaro Tomé, Livraria Bertrand, 1969, pp.137-138.

 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SEM PALAVRAS XXVI

Johann Pachelbel, Canon em D Maior (Piano)
 
 
 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

POESIA COM ANEDOTA


Retrato de Mário de Sá-Carneiro, por Almada Negreiros.
Imagem daqui.
 
 
 
VELHA ANEDOTA


Passando pelo Chiado
Uma senhora horrorosa
Um estudante delicado
Disse-lhe: - «É uma rosa

 
Fresca, pura, inebriante
Mui viçosa e perfumada:
Vossa Excelência é estonteante!»
Ela toda espevitada

 
Respondeu ao g’lanteador:
- «O mesmo não lhe dizer
Penaliza-me senhor;
Mas não posso. Que fazer?»

 
O nosso herói, o estudante,
Que pra respostas se pinta
Retorquiu no mesmo instante:
- «Oh! minha senhora minta


Como a Vossa Excelência eu fiz
‘Inda não há bocadinho!...»
Ela ouvir-lhe mais não quis
E seguiu o seu caminho!...

Mário de Sá-Carneiro, “Poemas de Juventude”, Poemas Completos, Lisboa, Assírio & Alvim, 2005, p.163.

 
 
Mário de Sá-Carneiro
Lisboa, 10 de maio de 1890 - Paris, 26 de abril de 1916
 

 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

DA SAUDADE XI

Fotografia de Robert Doisneau.


A minha escola pública

Tudo o que sou e sei devo-o à escola pública, à abnegação dedicada de professores, cujas memórias retenho com emoção e saudade. Não é mau ter saudade: é manter o lastro de uma história que se entrecruza com a dos outros, de muitos outros. É sinal de uma pertença que transforma as relações em laços sociais, frequentemente para toda a vida. Da primária ao secundário, e por aí fora, a presença desses homens e dessas mulheres foi, tem sido, a ética e a estética de uma procura do próprio sentido da vida. O débito que tenho para com eles é insaldável. A paciência solícita, o cuidado e a atenção benevolente do tratamento dispensado aos miúdos desbordavam de si mesmos para ser algo de grandioso. Ah! Dona Odete, como me lembro de si, da sua beleza mítica, da suavidade da sua voz, a ensinar-nos que o verbo amar é transitivo. Também lhe pertenço, e àqueles que falavam das coisas vulgares das ruas e dos bairros, da cadência melancólica das horas e dos dias, com a exaltação de quem suspira uma reza ou compõe uma épica. (...)
Baptista-Bastos, "A minha escola pública", in Diário de Notícias, 13-11-2013, p.7.
 
 
 
 

28 DE OUTUBRO - DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR IV

Mural da Biblioteca
No dia em que celebrámos a Biblioteca Escolar, os utilizadores escreveram sobre a importância da BE. Aqui divulgamos algumas opiniões.
A Biblioteca é uma fonte de conhecimento.
A Biblioteca é um lugar onde encontramos sempre algo que não tínhamos visto antes.
A Biblioteca é o lugar onde se passam belos momentos de alegria e felicidade, apenas para ser interrompidos pelo mau humor momentâneo das funcionárias.
Gosto da biblioteca porque nela posso fazer trabalhos e assim quando chego a casa posso ir dormir.
A Biblioteca é muito bonita.
Podíamos falar sobre a biblioteca escolar, frases, livros, filmes...
A Biblioteca é um sítio onde se deve fazer barulho!!!
A Biblioteca é fixe.


terça-feira, 12 de novembro de 2013

SALOIOS V


Casa saloia.
Imagem daqui.
 
 

“Inaugurado o romantismo, não parece facil decidir a qual dos seus dois primaciais corifeus, Almeida Garrett, e Alexandre Herculano, cabe a prioridade do cultivo da novela, pois que, se o primeiro começou a publicar em 1843 na Rev. univ. lisbon., t. II, as Viagens na Minha Terra, onde há um esbôço de romance, Joaninha, ou a «menina dos rouxinois», o segundo trouxe a lume em igual ano no Panorama, 2ª serie, t. II, o princípio do Parocho da aldeia (nova edição nas Lendas: 1851). (…)
Nas Viagens de Garrett contempla o etnografo panoramas do Ribatejo, e entre outras particularidades encontra na descrição de Santarem uma versão da xácara popular de Santa Iria. (…)
Herculano produziu igualmente romances e contos de caracter historico. Omite-se agora a menção d’eles (…). Só do Parocho pertence falar.
A acção passa-se nos Saloios, e do caracter d’eles e de suas industrias caseiras, tão proveitosas á capital, nos entretem o circunspecto escritor. Em volta dos verdadeiros herois do romance, o paroco, Bernardino, Manuel da Ventosa, magistralmente desenhados, circulam figuras secundarias, que apresentam, ainda que ás vezes só de relance, feições não pouco tipicas e curiosas que o etnografo muito gostará de conhecer, por exemplo, a ama do padre, o sacristão, o garoto que toca o sino. Herculano aplica intenso cuidado á observação da alma e vida popular, isto é, aos sentimentos, linguagem, costumes, como o mostra em referencias a danças, trajos, comidas, uso de rapé, medidas do tempo, na particularização de multiplos gestos, expressões de uso comum, por exemplo: ... segredo em boca de rapaz, outros dizem de mulher... é manteiga em nariz de cão..., (…) ... pôr tudo ao olho do sol.., (…) ás vezes até transcrevendo-as foneticamente, v. g. assaluto (absoluto), (…)Graviel, «segundo a mais euphonica pronuncia saloia», (…) Chico, (…). Ha sufocante apêrto de gente numa igreja em dia de festa, e umas mulheres vão passando de per meio: «dê licença!..., ai, que me pisou!...», perdoe!..., não vê!: «eis o que se ouviu murmurar por alguns instantes» (…). Como não amaria as cousas do povo quem do povo proviera? Como não as exporia com exactidão quem tão preparado genio possuia para o descobrimento da verdade historica? Da concorrencia d’estas duas circunstancias nasceu, já a aparencia de realidade que, á parte acidentais objurgações filosoficas contra o seculo, o romance patenteia, já deleite artistico para as almas sensiveis.”
José Leite de Vasconcelos, Etnografia Portuguesa, Vol. I, 1ª ed. 1933, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1980, pp.177-178.

 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

XADREZ NA BIBLIOTECA (12)

Cartaz da autoria do professor Luís Amorim e alunos do 12.º S3 (2011)
 
V TORNEIO DE XADREZ DA ESJS
 
 
INSCRIÇÕES NA BIBLIOTECA  
 
Até 22 de novembro de 2013
 
 
INÍCIO DO TORNEIO 
 
25 de novembro de 2013
 
 
FINAL (1.º PERÍODO)
 
17 de dezembro de 2013

O torneio realiza-se ao longo do ano letivo 2013-2014.
 
ORGANIZAÇÃO:  
Equipa da BE
Professor José Avelar Rosa
Bruno Azevedo (12.º E)
João Torres (12.º E)


O QUE NÃO SE DIZ, MAS QUE É POSSÍVEL ESCREVER... V


Imagem daqui.





                                                  Mafra, 23 de Outubro de 2005


Meu amor,

Escrevo-te esta carta para explicar o que sinto por te ter a meu lado. Tu iluminas a minha alma quando estou triste, sinto que só tu me compreendes, por isso devo agradecer ao Universo por te ter posto no meu coração.

Ainda me lembro de quando nos vimos pela primeira vez. Foi numa tarde em que estávamos no café e tu olhaste para mim. Eu deixei a timidez de lado e começámos a falar dos nossos chocolates favoritos: chegámos à conclusão de que tínhamos o mesmo gosto. Esta foi a raiz da nossa árvore que está a dar frutos.

Um dia contaremos aos nossos netos que o chocolate é o doce do coração e explicaremos que foi assim que o nosso amor cresceu, amadureceu e se tornou eterno. Quem sabe se eles não irão criar uma fábrica de chocolates chamada “avó Alice”.

                                                                                                          Beijos, meu doce,
                                                                                                         Joaquina Alice
 
 
Beatriz Antunes, 11º N

 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

NEWTON GOSTAVA DE LER ... NA BIBLIOTECA

Cartaz elaborado pela Professora Ana Dias

21 de novembro de 2013 - 14H30

 Leitura de livros de ciência e realização de atividades experimentais. 

COM PALAVRAS II

Elina Garanca e Anna Netrebko, Dueto das Flores, da ópera Lakmé, de Léo Delibes
 
 
  

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

28 DE OUTUBRO - DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR III

À semelhança de anos anteriores, decorreu na BE uma breve cerimónia de entrega de prémios aos melhores leitores do ano 2012-2013
No dia em que se comemorou a Biblioteca Escolar, Vitor Vidal, do 11.º R2, e Balbina Jantareta, leitores premiados, receberam livros oferecidos pela Escola. Parabéns!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

28 DE OUTUBRO - DIA DA BIBLIOTECA ESCOLAR II

video

Assinalámos a data com leituras em português, francês e espanhol. Participaram os alunos do 10.º L, do 11.º O, da turma SELF (Secção Europeia de Língua Francesa) , do 11.º S2 e os professores Adriano Alcântara, António Santos, Armindo Silva e Fernanda Laia.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

COM PALAVRAS I

Coro dos Escravos Hebreus
Metropolitan Opera House, Nova Iorque, 2002
"Va Pensiero", da ópera Nabucco, de Verdi
 
 
 

AQUISIÇÕES RECENTES





AGUALUSA, José Eduardo – A Vida no Céu. Maia: Quetzal. 2013. 186 p. ISBN 978-989-722-110-1

ALLENDE, Isabel – A Casa dos Espíritos. Porto: Porto Editora, 2013. 407 p. ISBN 978-972-0-04445-7

APTA, Jay; HELFERT, Michael; WILKINSON, Justin – Órbita.Lisboa: RBA Editores, 1998, 224 p. ISBN 972-97684-4-9

CHAUDUN, Elsa – Se Eu Fosse Médico. Maia: Círculo de Leitores. 37 p. ISBN 978-972-42-4761-8

FRANCO, José Eduardo; CALAFATE, Pedro (coord.) – Padre António Vieira – Cartas da Missão – Cartas da Prisão. Tomo I, Volume II, Maia: Círculo de Leitores, 2013. 572p. ISBN 978-972-42-4844-8

FRANCO, José Eduardo; CALAFATE, Pedro (coord.) – Padre António Vieira – Sermões da Quaresma. Tomo II, Volume III. Maia: Círculo de Leitores, 2013. 393p. ISBN 978-972-42-4843-1

FRANCO, José Eduardo; CALAFATE, Pedro (coord.) – Padre António Vieira Padre – Sermões do Rosário – Maria Rosa Mística I. Tomo II, Volume VIII, Maia: Círculo de Leitores, 2013. 451 p. ISBN 978-972-42-4872-1

HARDINGE, Frances - A Rapariga Que Sabia Ler. Lisboa: Editorial Presença, 2005. 334 p. ISBN 978-972-23-4176-9

LIEBY, Angèle – Uma Lágrima Salvou-me. Lisboa: Pergaminho. 2013. 153 p. ISBN 978-989-687-129-1